Outsourcing: dividir (trabalho) para multiplicar (resultados)!

Outsourcing é uma prática de mercado onde as empresas terceirizam serviços relativos a alguns de seus setores. Embora pareça algo recente, a ideia não é nova: surgiu na década de 1970, quando empresas de manufatura começaram a buscar mais eficiência e passaram a contratar outras companhias para gerir processos que não lhes eram essenciais. A prática tornou-se cada vez mais popular e desde o ano 2000 teve crescimento contínuo, tendo seu ápice no ano de 2014 quando o mercado global faturou aproximadamente 104 bilhões de dólares. Continue lendo!

Trabalho em equipe funciona sempre?

Trabalho em equipe não é uma ciência exata, pois estamos falando sobre pessoas. E pessoas definitivamente não são exatas. Isso significa que não existe uma fórmula mágica para fazer com que colaboradores de uma empresa se entendam e trabalhem em harmonia naturalmente sempre. O que existem são técnicas, procedimentos e, principalmente, habilidades de motivação, que podem unir essas pessoas. Continue lendo!

Business Intelligence: decisões baseadas em fatos reais!

Embora o Business Intelligence não seja um conceito novo (o termo surgiu na década de 80 no Gartner Group) e já esteja bastante popularizado em diversos países, sua adesão por parte dos executivos ainda é pouco expressiva no Brasil. Isso acontece por diversos fatores, entre eles o receio de alguns CEOs e diretores por desconhecerem seu total funcionamento (e seus benefícios); e a resistência para a implantação de novas tecnologias de maneira geral em suas organizações.

Mas a verdade é que é apenas uma questão de tempo até que a adesão ao BI seja uma realidade na grande maioria das empresas, assim como aconteceu com os computadores e com a internet; se hoje é considerada uma vantagem competitiva, em um futuro próximo será condição básica para a sobrevivência de qualquer organização no mercado. De acordo com a Gartner Market Research, o Business Intelligence é o motor de combustão necessário para  que a empresa alcance de 3 pilares de desenvolvimento: crescimento, inovação e eficiência.

 

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Inovar é preciso

” Inovação é o que distingue um líder de um seguidor” (Steve Jobs)

INOVAÇÃO parece ser a palavra da vez em 90% dos blogs de negócios, mas apesar de muito se falar sobre ela, defini-la ainda confunde muitos empresários, pois hoje ela se apresenta com vários sentidos distintos, dependendo do contexto onde se encontra.
Para evitar confusões, usaremos aqui uma das definição do Manual de Oslo, elaborado no ano de 1990, que relaciona-se diretamente com empreendedorismo e negócios (temas chaves deste blog):

“Inovação: é a realização de um produto (bem ou serviço) novo ou significativamente melhorado, ou um processo, que tenha sido efetivamente introduzido no mercado (produto ou serviço) ou na empresa (processo, marketing ou organização), sendo esse o requisito mínimo (não precisando ser necessariamente inédito para o mercado).” Continue lendo!

Aplicativos sob medida

Segundo previsões da empresa eMarketer, mais de dois bilhões de pessoas no mundo terão um smartphone em 2016. O número de usuários de telefones inteligentes chegará a 2,56 bilhões em 2018. Isso torna o mercado mobile um dos mais rentáveis do mundo. Alheio a crises financeiras, ele cresce ano após ano e as previsões não poderiam ser mais encorajadoras: segundo o site Cnova, o mercado de aplicativos pode atingir U$77 bilhões em 2017, com uma perspectiva de crescimento de 60% ao ano até 2018. Continue lendo!

Planejamento já!

Como dissemos no post anterior, é quase tradição no Brasil o  chamado “ano produtivo” começar só depois do carnaval. O que pode ser até uma vantagem, pois o mês de janeiro pode ser inteiramente utilizado para PLANEJAMENTO. O termo para alguns é sinônimos de reuniões intermináveis com equipes, diretores, clientes… mas a verdade é que, quando ele é bem feito e seguido direitinho, podem-se obter inúmeros benefícios para a empresa a curto, médio e longo prazo. Continue lendo!

Top Apps 2015!

Já que no Brasil tornou-se comum para várias empresas começar o chamado “ano produtivo” apenas depois do carnaval (que em 2016 será no dia 9 de fevereiro), o mês de janeiro tornou-se muito bom para retrospectivas.

Para os desenvolvedores, é interessante entender como funcionou o mercado no ano anterior para traçar as metas do próximo ano, fazendo com que seja mais fácil visualizar os caminhos para atingir os objetivos. Como se comportou o mercado de aplicativos? Quais os apps mais procurados pelas empresas? E quais os menos procurados? Que empresas obtiveram sucesso em 2015 e quais as razões desse sucesso? Continue lendo!

Férias Mobile!

A correria do Natal acabou, a ressaca de fim de ano passou, e para muitas pessoas, a melhor parte do ano começa agora: FÉRIAS! As praias ficam lotadas, resorts estão sem vagas pelos próximos 2 meses e a maioria das escolas só iniciam o período letivo após o carnaval.

E seja na praia, nas montanhas ou em resorts, uma coisa é certa: ninguém larga o celular na hora de sair de casa. Continue lendo!

Ih, “deu bug”!

Se existe uma coisa que tira todos os usuários de dispositivos mobile do sério são os bugs (ou “falhas”). Quem estava terminando uma fase difícil em um game ou finalizando um post gigante no blog e se deparou com o fechamento inesperado do aplicativo sabe do que estamos falando.

Existem diversos tipos de bugs, como aqueles realmente irritantes que fecham ou reiniciam aplicativos, e aqueles que mais assustam os usuários, os defeitos relativos à segurança, seja do dispositivo mobile, seja do app. Continue lendo!

Uma beleza de aplicativo!

Alguns mercados parecem ser imunes a qualquer crise financeira e a área de beleza e estética é um deles.

Em 2015, o setor teve um aumento de 7,5% no faturamento, o que totaliza aproximadamente R$42 billhões, segundo Luis Malandrino, diretor de uma feira de beleza que aconteceu na cidade de São Paulo em setembro deste ano.

Até o fim de 2015, estima-se que o brasileiro gaste em torno de R$ 50 bilhões com produtos e serviços de beleza, segundo a ABIHPEC . Continue lendo!